Movimento de mães esclarece realidade da Síndrome de Down
Elas participaram da sessão da Câmara de Vereadores de Farroupilha desta segunda-feira

Não é doença, não possui tipos de grau e não é contagiosa. Assim, o Movimento Mães pela Trissomia do 21 iniciou a explicação sobre a Síndrome de Down, condição genética causada por um cromossomo 21 extra na Câmara de Vereadores de Farroupilha na sessão desta segunda-feira, 31 de março. O convite partiu da vereadora Francyelle Bonaci.
Para as mães Luciana Villa, Luciani da Silva, Patrícia Pavoni e Quelen Guasselli, as crianças requerem estímulos para maior autonomia de sua rotina, através de fisioterapia, fonoaudiologia, psicopedagogia e psicologia. Porém, a realidade para estes casos deixa a desejar no âmbito da saúde via Estado ou planos privados; e na educação através da qualificação de monitores, explicou Patrícia.
Foto: Gabriel Venzon/divulgação
Conforme as mães, barreiras para a inclusão são erguidas, muitas vezes por falta de conhecimento sobre a síndrome. Desta forma, o Movimento nasce com o propósito de auxiliar pais e a esclarecer sobre a condição genética para a sociedade. No último dia 21, o grupo participou do movimento global, o qual engajou as pessoas a vestirem meias de pares diferentes como forma de tratar a inclusão e a diversidade.
Na sessão, os vereadores parabenizaram o movimento voluntário de mães, ressaltaram a sensibilidade e o carinho encontrado nas crianças com síndrome de Down e, através do líder de governo, vereador Davi de Almeida, informou que a Secretaria de Educação realizará uma nova capacitação de monitores na próxima semana, dia 10 de abril.
Por sua vez, o Movimento colocou-se à disposição da Secretaria para auxiliar na orientação dos monitores sobre a Trissomia do 21.
COMENTÁRIOS